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DC FieldValueLanguage
dc.creatorFundação Centro de Formação do Servidor Público (Brasil)-
dc.date.accessioned2016-12-14T16:23:41Z-
dc.date.accessioned2021-11-27T03:45:36Z-
dc.date.available2016-12-14T16:23:41Z-
dc.date.available2021-11-27T03:45:36Z-
dc.date.created2016-12-14T16:23:41Z-
dc.date.issued1986-05-
dc.identifierhttp://repositorio.enap.gov.br/1/2639-
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/525356-
dc.description.abstractO Ministério da Cultura foge ao comum dos ministérios, em estrutura e concepção de políticas que pratica. É o resultado de ter um ministro-economista e planejador, que consegue enquadrar em ações dirigidas as abstrações do ramo. E a reorientação de sua estrutura foi obra de apenas um mês — quando Celso Furtado assumiu, faltavam trinta dias do prazo de um ano dado pelo Presidente da República para sua implantação. O novo ministro teve de ir ao Ministério da Administração e convencer a burocracia de que há diferenças fundamentais entre um ministério pequeno e voltado para atividades superiores e um ministério grande, como o dos Transportes, por exemplo, que cuida de ações mais quantitativas do que qualitativas. Mas ao passar para o seu projeto essa reforma administrativa setorial, Furtado tirou sua pasta da horizontalização que amarra os demais ministérios a órgãos centrais de planejamento e, por isso, têm as políticas geralmente planejadas fora de suas jurisdições. O resultado é que as políticas praticadas, daqui para a frente, no campo cultural, têm atividades fins e atividades-meios claramente separadas. E mais: a aplicação dos recursos liberados, oriundos do Governo e do particular, será feita pela sociedade, pelas comunidades artísticas beneficiadas. Essa diretriz vale inclusive para os investimentos a serem feitos com os recursos resultantes dos incentivos fiscais destinados à cultura criados pela Lei Sarney. Nessa entrevista, o ministro Celso Furtado analisa também como a reforma administrativa pode representar um salto cultural para o País.-
dc.languageIdioma::Português:portuguese:pt-
dc.publisherFundação Centro de Formação do Servidor Público (FUNCEP)-
dc.rightsEscola Nacional de Administração Pública (ENAP)-
dc.rightsAcesso::Acesso Aberto-
dc.rightsTermo::Licença Padrão ENAP::É permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (http://www.enap.gov.br). Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para os usuários esses “termos de uso” e quem é o detentor dos direitos autorais, a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Proibido o uso comercial. Permitida a criação de obras derivadas, desde que respeitado o crédito ao autor original. Essa licença é compatível com a Licença Creative Commons (by-nc-sa).-
dc.sourcehttp://seer.enap.gov.br/index.php/RSP-
dc.subjectMinistério da cultura-
dc.subjectreforma administrativa-
dc.subjectadministração pública-
dc.subjectserviço público-
dc.titleEntrevista: Celso Furtado: Ministério da Cultura saiu na frente e fez sua reforma-
dc.typeEntrevista-
Appears in Collections:Revista do Serviço Público: de 1981 a 1990

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