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dc.contributorSilva, Jorge Ferreira da-
dc.contributorPontifícia Universidade Católica-
dc.creatorVelloso, Luise Angela Cunha-
dc.date2016-12-22T15:19:21Z-
dc.date2018-03-19T19:30:15Z-
dc.date2016-12-22T15:19:21Z-
dc.date2018-03-19T19:30:15Z-
dc.date2010-
dc.date.accessioned2022-05-12T03:45:53Z-
dc.date.available2022-05-12T03:45:53Z-
dc.identifierVELLOSO, Luise Angela Cunha. A capacidade inovadora da indústria farmacêutica brasileira e a relação com seu desempenho competitivo. Rio de Janeiro, 2010. 154 f. Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro, 2010.-
dc.identifierhttp://web.bndes.gov.br/bib/jspui/handle/1408/10415-
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/526397-
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Pontifícia Universidade Católica, Rio de Janeiro, 2010.-
dc.descriptionBibliografia: p. 131-138.-
dc.descriptionInclui notas de rodapé.-
dc.descriptionA inovação é considerada um dos fatores fundamentais para o desempenho das organizações. Na área da saúde, sobretudo na indústria farmacêutica, a inovação representa sua força motriz. O mercado farmacêutico global vem enfrentando diversos desafios tais como a concorrência acirrada dos medicamentos genéricos, o aumento do rigor regulatório e dos custos de desenvolvimento de novas drogas, bem como a pressão dos governos para redução dos seus gastos com saúde. Neste cenário, a capacidade de inovação permanente será fator crítico para a busca da vantagem competitiva sustentável. Essa pesquisa tem como objetivo identificar o nível de desenvolvimento de competências para a inovação e até que ponto a presença destas competências, em uma amostra de empresas nacionais da indústria farmacêutica brasileira, está relacionada com seu desempenho competitivo. Inicialmente foram realizados levantamento bibliográfico e a aplicação de um questionário, construído especificamente para o setor analisado. A análise dos dados coletados resultou na identificação de níveis baixos e médios de internalização das competências para inovar. Como esperado, o grupo de empresas com maior nível de desenvolvimento dessas competências apresentou graus mais elevados em relação às variáveis de desempenho. O estudo evidenciou, ainda, que as competências "Inserir a Inovação na Estratégia da Organização" e "Cooperar para as inovações", possuem um relacionamento positivo direto com a margem líquida das empresas pesquisadas.-
dc.format154 f.-
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagept_BR-
dc.subjectPlanejamento empresarial - Brasil-
dc.subjectBusiness planning - Brazil-
dc.subjectIndústria farmacêutica - Efeito das inovações tecnológicas-
dc.subjectPharmaceutical industry - Effect of technological innovations on-
dc.subjectInovações tecnológicas-
dc.subjectTechnological innovations-
dc.subjectConcorrência-
dc.subjectCompetition-
dc.titleA capacidade inovadora da indústria farmacêutica brasileira e a relação com seu desempenho competitivo-
dc.typeTese-
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