Please use this identifier to cite or link to this item: http://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/524497
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dc.creatorMorkate, Karen Marie-
dc.date.accessioned2015-03-17T13:58:54Z-
dc.date.accessioned2021-11-27T03:37:52Z-
dc.date.available2015-03-17T13:58:54Z-
dc.date.available2021-11-27T03:37:52Z-
dc.date.created2015-03-17T13:58:54Z-
dc.date.issued2002-01-
dc.identifierhttp://repositorio.enap.gov.br/1/1964-
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/524497-
dc.description.abstractNo contexto da gerência social, a avaliação propõe explorar de maneira rigorosa e sistemática o cumprimento de atividades, o uso de recursos, a entrega de produtos ou serviços e o lucro de uma mudança sustentável, de tal forma que o desenho e a gestão das iniciativas avaliadas possam se ajustar, com o fim de assegurar que gerem valor para a sociedade. Por sua vez, a gerência social moderna consiste em uma gerência adaptativa de resultados, uma gerência de modificações de condições de vida, enfocada nos objetivos que motivaram sua própria existência. Uma gerência desta natureza julga as iniciativas pelo cumprimento de seus objetivos sociais; os gerentes têm incentivos naturais para manejar informação sobre o cumprimento destes objetivos e dependerão de informação sobre a mudança nas condições de vida para pautar e guiar suas atividades gerenciais. Portanto, a avaliação parece ser um instrumento sine qua non da gerencia adaptativa e com enfoque nos resultados. Forma parte integrante do processo de gestão e facilmente se poderia entender como um ferramenta da gerência social — um aliado dos gerentes sociais. Não obstante, na gerência tradicional de iniciativas sociais, a avaliação foi percebida como uma ameaça: um “monstro” pouco querido pelos gerentes e equipes gestoras, somente percebida como uma fiscalização externa que não necessariamente traz informação útil ou oportuna. Este texto explora as razões pelas quais a avaliação carrega esta imagem de monstro, destacando particularmente o enfoque tradicional das avaliações — dirigido a objetivos programáticos ou operativos — e também os atores e a oportunidade das avaliações convencionais. Para facilitar a transformação da avaliação em um aliado que promova a aprendizagem e fortaleça a gerência, o primeiro desafio que se há de enfrentar consiste indubitavelmente em explicitar o que queremos alcançar (e, portanto, explicitar o que queremos avaliar). A especificação do marco conceitual da iniciativa social que se propõe avaliar, em forma de uma hierarquia de objetivos inter-relacionados, não só permite definir os processos avaliativos, como também constitui um insumo-chave para orientar a gerência das iniciativas. A superação desse primeiro desafio, por si só, consolida e fortalece os processos gerenciais e avaliativos. O texto propõe que o processo de avaliação se fortalece na medida em que se superam três medidas adicionais: • A superação da distância — tão real quanto percebida — entre o “quantitativo” e o “qualitativo” na especificação dos objetivos e da avaliação; • A identificação e combinação dos indicadores e informações relevantes, considerando o marco conceitual e as diversas perspectivas e interesses associados com os resultados e as relações causais esperadas; e • A definição e manejo efetivo dos fluxos de informação gerada pelo processo avaliativo e a introdução de estratégias e incentivos que promovem o uso de tal informação. Ao avançar nestas áreas, pode-se ir construindo um processo avaliativo que nutre e apóia o processo gerencial e que alimenta o processo decisório da valiosa informação.-
dc.description.abstractEn el contexto de la gerencia social, la evaluación propone explorar de manera rigurosa y sistemática el cumplimiento de actividades, el uso de recursos, la entrega de productos o servicios y el logro de cambio sostenible, de tal forma que el diseño y la gestión de las iniciativas evaluadas se puedan ajustar, con el fin de asegurar que generen valor para la sociedad. A su vez, la gerencia social moderna consiste en una gerencia adaptativa de resultados, una gerencia de modificaciones de condiciones de vida, enfocada en los objetivos que motivaron su propia existencia. Una gerencia de esta naturaleza juzga las iniciativas por el cumplimiento de sus objetivos sociales; los gerentes tienen incentivos naturales para manejar información sobre el cumplimiento de dichos objetivos. Dependerán de información sobre el cambio en condiciones de vida para pautar y guiar sus actividades gerenciales. Por lo tanto, la evaluación parece ser un instrumento sine qua non de la gerencia adaptativa y enfocada en resultados. Forma parte integral del proceso de gestión y fácilmente se podría entender como una herramienta de la gerencia social – un aliado de los gerentes sociales. No obstante, en la gerencia tradicional de iniciativas sociales, la evaluación se ha percibido más como una amenaza: un “monstruo” poco querido por los gerentes y equipos gestores. Se suele percibir como una fiscalización externa que no necesariamente arroja información útil u oportuna. Este texto explora las razones por las cuales la evaluación conlleva esta imagen de monstruo, enfocando particularmente en el enfoque tradicional de las evaluaciones, dirigido a objetivos programáticos u operativos; también en los actores y la oportunidad de las evaluaciones convencionales. Para facilitar la transformación de la evaluación en un aliado que promueve el aprendizaje y fortalece la gerencia, el primer desafío que hay que enfrentar consiste indudablemente en explicitar lo que queremos lograr (y, por tanto, explicitar lo que queremos evaluar). La especificación del marco conceptual de la iniciativa social que se propone evaluar, en forma de una jerarquía de objetivos interrelacionados, no sólo permite definir los procesos evaluativos, sino también constituye un insumo clave para orientar la gerencia de las iniciativas. La superación de ese primer desafío, por si solo, consolida y fortalece los procesos gerenciales y evaluativos. El texto propone que el proceso de evaluación se fortalece en la medida en que se superen tres desafíos adicionales: • La superación de la brecha — tanto real como percibida — entre lo “cuantitativo” y lo “cualitativo” en la especificación de objetivos y la evaluación. • La identificación y concertación de indicadores e informaciones relevantes, tomando en cuenta el marco conceptual y las diversas perspectivas e intereses asociados con los resultados y las relaciones causales esperados. • La definición y manejo efectivo de flujos de la información generada por el proceso evaluativo y la introducción de estrategias e incentivos que promueven el uso de dicha información. Al avanzar en estas áreas, se puede ir construyendo un proceso evaluativo que nutre y apoya el proceso gerencial y que alimenta al proceso decisorio de valiosa información.-
dc.description.abstractIn the context of the social management, the evaluation proposes to explore in a rigorous and systematic way the fulfillment of activities, the use of resources, the delivery of products or services and the profit of a sustainable change, in such way that the design and the management of the evaluated initiatives can be adjusted, aiming at assuring that they generate value for society. The modern social management, to its time, consists of an RSP 134 adaptive management of results, a management of modifications of life conditions, focused on the objectives that motivated their own existence. A management of this nature judges the initiatives by the fulfillment of its social objectives; the managers have natural incentives to handle information on the accomplishment of these objectives. They will depend on information about the change in life conditions to guide his managemental activities. Therefore, the evaluation seems to be an instrument sine qua non of the adaptive management focused on results. It is part of the management process and could be easily understood as a tool of social management, an ally of social managers. However, in the traditional management of social initiatives, the evaluation has been taken more as a threat: a “monster” disliked by managers and managing teams, only perceived as an external control that does not necessarily brings useful or opportune information. This text explores the reasons for which the evaluation entails this image of monster, focusing particularly on the traditional approach of the evaluations, addressed to programmatic or operative objectives; and also on the actors and the opportunity of conventional evaluations. In order to facilitate the transformation of the evaluation in an ally that promotes the learning and fortifies the management, the first challenge is doubtlessly to specify what we want to obtain (and, therefore, to specify what we want to evaluate). The specification of the conceptual frame of the social initiative that we want to evaluate, in form of a hierarchy of interrelated objectives, not only allows to define the evaluative processes, but also constitutes a key element to orient the initiatives management. The overcoming of this first challenge itself consolidates and fortifies the managemental and evaluative processes. The text proposes that the evaluation process is fortified while three additional challenges are surpassed: • The overcoming of the distance — as much real as perceived — between “quantitative” and “qualitative” in the specification of objectives and the evaluation. • The identification and combination of indicators and relevant information, taking into account the conceptual frame and the diverse perspectives and interests associated with the expected results and causal relations. • The definition and effective handling of information flows generated by the evaluative process and the introduction of strategies and incentives that promote the use of this information. When we advance in these areas, it is possible to construct an evaluative process that nourishes and supports the managemental process and that feeds the decision-making process on valuable information.-
dc.languageIdioma::Espanhol:español:es-
dc.publisherEscola Nacional de Administração Pública (Enap)-
dc.publisherRevista do Serviço Público (RSP)-
dc.rightsEscola Nacional de Administração Pública (Enap)-
dc.rightsAcesso::Acesso Aberto-
dc.rightsTermo::Licença Padrão ENAP::É permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (http://www.enap.gov.br). Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para os usuários esses “termos de uso” e quem é o detentor dos direitos autorais, a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Proibido o uso comercial. Permitida a criação de obras derivadas, desde que respeitado o crédito ao autor original. Essa licença é compatível com a Licença Creative Commons (by-nc-sa).-
dc.sourcehttp://seer.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/281/287-
dc.subjectavaliação-
dc.subjectgestão social-
dc.subjectprogramas sociais-
dc.subjectprocesso avaliativo-
dc.subjectgerência social-
dc.titleConvirtiendo el “monstruo” en aliado: la evaluación como herramienta de la gerencia social-
dc.typeArtigo-
Appears in Collections:Revista do Serviço Público: de 2001 a 2010

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