Please use this identifier to cite or link to this item: http://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/522071
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dc.creatorBatista, Alan Ferreira-
dc.date.accessioned2019-03-07T21:12:57Z-
dc.date.accessioned2021-11-11T20:31:12Z-
dc.date.available2019-03-07T21:12:57Z-
dc.date.available2021-11-11T20:31:12Z-
dc.date.created2019-03-07T21:12:57Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifierhttp://repositorio.enap.gov.br/handle/1/3821-
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/522071-
dc.description.abstractApesar das espécies arbóreas nativas brasileiras existirem há milhares de anos, e de algumas boas experiências comerciais com elas, não existe nenhum histórico sobre essa classe de ativos do ponto de vista do mercado de capitais. Dessa forma, o presente estudo buscou avaliar o mercado de madeira tropical no brasil e no mundo do ponto de vista de volumes e preços; a viabilidade da silvicultura de espécies nativas e sistemas agroflorestais através de estudos de casos já implantados; e as principais alavancas de competitividade para esse setor, especificamente através da valoração do capital natural e investimentos e benefícios de uma plataforma de pesquisa e desenvolvimento com espécies nativas arbóreas do Brasil. O crescimento da produção florestal no mundo entre 1961 e 2016 foi de 0,7% ao ano e no Brasil de 1,6%. O mundo produz hoje 3 bilhões de m³ de madeira e o Brasil 240 milhões de m³. Os preços da madeira serrada tropical tanto no mercado doméstico quanto externo, tiveram significativa valorização real no período analisado entre 1997 e 2017 (de 0,6 a 3,5% ao ano). Os preços no mercado externo não possuem correlação com a inflação, e possuem correlação negativa com o câmbio (BRL/USD) e forte correlação negativa com volume exportado. Os preços no mercado doméstico possuem correlação positiva de com a inflação brasileira. No mercado internacional a valorização real do preço da madeira foi maior em moeda real do que em dólar, em função do câmbio. Todavia, as análises de correlação mostram que a desvalorização do real frente ao dólar e o índice de inflação no Brasil maior que a inflação americana, limitam esses ganhos para o exportador brasileiro. A volatilidade anualizada do preço internacional foi de 36% para a madeira de ipê em moeda real e de 28% em dólar. A hipótese de rentabilidade foi comprovada. A silvicultura de espécies nativas e SAF possuem retornos ajustado ao risco semelhante ao seu “benchmark” (eucalipto e culturas perenes). Todavia, a necessidade de capital e tempo para recuperar o retorno do investimento é estatisticamente maior. As análises de sensibilidade mostram que a silvicultura com espécies nativas possui a menor sensibilidade em relação à mudanças de preços, e o arrendamento ao invés de aquisição de terras pode diminuir em 40% a necessidade de capital para investimento. A hipótese do aumento de competitividade da silvicultura de nativas através da remuneração do capital natural e de investimentos em P&D foi comprovada. O carbono florestal pode trazer incrementos de até 2% na taxa interna de retorno. A maior possibilidade de aumento na competitividade vem de P&D, onde o aumento da produtividade entre 35 e 56%, redução no custo de silvicultura de 20% e aumento na taxa de conversão para serrados podem aumentar até 5 pontos percentuais as taxas internas de retorno e torna a silvicultura com espécies nativas viáveis no Brasil. Para cada 1 dólar investido em P&D obtém-se um benefício estimado de 2,39 dólares, com uma escala mínima de 10.000 hectares de silvicultura para justificar o investimento em P&D.-
dc.languageIdioma::Português:portuguese:pt-
dc.publisherVI Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal-
dc.rightsAlan Ferreira Batista-
dc.rightsTermo::Autorização: O autor da obra autorizou a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) a disponibilizá-la, em Acesso Aberto, no portal da ENAP, na Biblioteca Graciliano Ramos e no Repositório Institucional da ENAP. Atenção: essa autorização é válida apenas para a obra em seu formato original.-
dc.subjectrentabilidade-
dc.subjectmercados-
dc.subjectmadeira tropical-
dc.subjectcusto de capital-
dc.titleCategoria Profissional 3º Lugar: Silvicultura com espécies nativas e SAF – mercados, viabilidade e competitividade.-
dc.typeMonografia-
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