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dc.contributor.authorEmbrapapt_BR
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.coverage.temporal2013pt_BR
dc.date.accessioned2014-05-27T13:58:05Z
dc.date.accessioned2022-05-13T01:59:23Z-
dc.date.available2014-05-27T13:58:05Z
dc.date.available2022-05-13T01:59:23Z-
dc.date.issued2014
dc.identifier.uri/handle/123456789/456
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.economia.gov.br/handle/123456789/456-
dc.description.abstractDesde 1997, quando lançou a primeira edição de seu Balanço Social, a Embrapa vem atualizando anualmente os dados numéricos de adoção e dos impactos socioeconômicos e ambientais de suas tecnologias, além de apresentar evidências dos retornos dos investimentos em suas pesquisas para a sociedade brasileira. Ao longo de sua história a atuação da Empresa tem sido marcada pela quebra de paradigmas na busca de conhecimentos e de soluções tecnológicas para a agricultura brasileira. Essa constante renovação se reflete em benefícios para o país e diz respeito não apenas à geração de tecnologias, mas também aos processos de gestão institucional e de apropriação dos resultados de suas pesquisas. A Embrapa sempre investiu pesadamente na formação de seus colaboradores, procurando estar em sintonia ou mesmo à frente da ciência mais avançada produzida no mundo. Para dar suporte a esses investimentos passou a aprimorar constantemente seus instrumentos de gestão institucional. Todo esse esforço, no entanto, não faria sentido se a instituição também não criasse novas formas de apropriação ou troca de conhecimentos envolvendo os diversos elos da cadeia produtiva. Este processo de renovação implica na adoção de um novo paradigma de pesquisa. Trata-se do reconhecimento que a interação entre ciência, sistemas produtivos e sociedade não mais ocorre em fluxos unidirecionais, mas em forma de redes movidas por sistemas de informações relevantes. Essa nova concepção faz toda a diferença para a Empresa quando suas pesquisas passam a ser desenvolvidas não mais por intermédio de projetos isolados, mas a partir de portfólios e arranjos de projetos envolvendo uma extensa rede de parceiros internos e externos. O mesmo acontece no âmbito da gestão institucional ao envolver parceiros da iniciativa pública e privada para criar um sistema de inteligência estratégica como o Agropensa. Esse novo paradigma também afeta o próprio processo de produção e consumo de conhecimentos e tecnologias, que deixa de ser unilateral ou unidirecional para contemplar sua construção conjunta, de maneira interativa.pt_BR
dc.language.isoPortuguês (Brasil)pt_BR
dc.publisherEmbrapa: Secretaria de Comunicação e Secretaria de Gestão Estratégicapt_BR
dc.rightsDomínio Públicopt_BR
dc.sourcehttp://bs.sede.embrapa.br/2013/BalancoSocialEmbrapa2013.pdfpt_BR
dc.subjectAgricultura de subsistênciapt_BR
dc.subjectAgricultura familiarpt_BR
dc.subjectAgricultura orgânicapt_BR
dc.subjectAlimentopt_BR
dc.subjectDefesa vegetalpt_BR
dc.subjectEngenharia agrícolapt_BR
dc.subjectPecuáriapt_BR
dc.subjectPescapt_BR
dc.subjectPlanejamento estratégicopt_BR
dc.subjectPolítica agrícolapt_BR
dc.subjectProdução vegetalpt_BR
dc.titleBalanço Social 2013 da Embrapapt_BR
dc.typeRelatóriopt_BR
dc.subject.keywordTecnologia agráriapt_BR
dc.subject.keywordImpactos socioeconômicospt_BR
dc.subject.keywordImpactos ambientaispt_BR
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